A Estradinha

Uma breve história do Caminho do Imperador:

Foi a partir da criação de Petrópolis, em 1843 e da chegada dos alemães, em 1845, que as autoridades do Governo Provincial Fluminense, se decidiram pela abertura de uma “estrada carroçável”, para suprir a Colônia com a produção agrícola “daqueles campos mais férteis e menos acidentados”, além de estimular a fabricação de carros e seges (carruagens), como é citado no relatório do presidente da Província do Rio de Janeiro, datado de 05 de maio de 1851.

Tão logo aberto, o Caminho do Imperador, foi percorrido por Charles Ribeyrolles, que o descreve em seu livro Brasil Pitoresco como ” panoramas que são esplêndidas pinturas” (1859) e apresentando cenários magníficos que, ainda hoje, dão vistas a Baía da Guanabara.

Foram as freqüentes cavalgadas de D. Pedro II, que originaram o nome do Caminho (ou Estrada ) do Imperador. Como seu pai, D. Pedro II, era um grande cavaleiro e, sempre interessado na intercomunicações, percorreu diversas vezes o Caminho, fato fartamente documentado.
Ainda hoje, o Caminho do Imperador, se embrenha em plena Mata Atlântica e é um passeio perfeito para os amantes da ecologia que podem praticar esportes como caminhadas, cavalgadas ou trilha de bicicletas por toda sua extensão.

Fonte:
Revista do Instituto Histórico de Petrópolis ( 1989) por Luiz S. Oliveira.

 

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